É um teste laboratorial utilizado para detectar a presença de anticorpos da classe IgM — um marcador da fase mais recente de infecções — contra o vírus da herpes simples (HSV), nos tipos 1 e 2.
Enquanto o vírus da herpes simples do tipo 1 (HSV-1) está mais associado às infecções na face, sobretudo em locais como boca e olhos, o tipo 2 (HSV-2) frequentemente causa lesões nas regiões genitais.
Esta pesquisa é solicitada para identificar infecções recentes pelo HSV-1 e HSV-2, patógenos causadores da herpes simples. Além dos testes laboratoriais, para diagnosticar a doença, o médico avalia o histórico e as lesões do paciente.
O exame é realizado por meio de uma coleta de sangue simples, geralmente retirada de uma veia do braço. O material é analisado em laboratório para detectar a presença de anticorpos do tipo imunoglobulina M (IgM) contra o HSV.
Os médicos podem solicitá-lo quando há suspeita de infecção recente pelo vírus da herpes simples, principalmente em pacientes com bolhas na pele que se rompem e formam feridas. Antes da formação de lesões, pode haver coceira, formigamento e ardência no local, além de febre e mal-estar.
O exame é específico para identificar infecções pelo vírus da herpes simples nos tipos 1 e 2. No entanto, também pode ser útil no diagnóstico diferencial de condições com manifestações semelhantes, como a Doença de Behçet.
Os valores de referência podem variar de acordo com o laboratório, mas, em geral, a interpretação dos resultados é feita da seguinte forma:
Em alguns casos, o médico solicita outros exames para completar a investigação, como a pesquisa de anticorpos do tipo IgG.
Diversos médicos especialistas podem solicitar o exame de herpes simplex tipos 1 e 2, conforme o quadro do paciente, incluindo clínicos gerais, infectologistas, dermatologistas, ginecologistas e urologistas.
A Rede D’Or é a maior rede de saúde do Brasil. Está presente nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Sergipe, Ceará, Paraná, Paraíba, Alagoas, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.
O grupo é composto atualmente por hospitais próprios, clínicas oncológicas (Oncologia D’Or), além de atuar em serviços complementares com exames clínicos e laboratoriais, bancos de sangue, diálise e ambulatórios de diversas especialidades.
Para garantir a excelência na prestação de serviços, a Rede D’Or adotou a Acreditação Hospitalar, um processo de avaliação externa para examinar a qualidade dos serviços prestados, conduzido por organizações independentes, como uma de suas principais ferramentas. Os hospitais do grupo já receberam certificações emitidas por organizações brasileiras, como a Organização Nacional de Acreditação (ONA), e internacionais, como a Joint Commission International (JCI), a Metodologia Canadense de Acreditação Hospitalar (QMENTUM IQG) e a American Society of Clinical Oncology (ASCO).
A Rede D’Or ainda oferece aos pacientes críticos o cuidado necessário no momento certo, o que leva a melhores desfechos clínicos e à alocação eficiente de recursos. Por isso, 87 UTIs do grupo receberam o certificado Top Performer 2022, oferecido pela Epimed e AMIB – Associação de Medicina Intensiva Brasileira.
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Normalmente, não há necessidade de um preparo especial para este exame. Entretanto, é importante seguir as orientações do médico ou do laboratório responsável para garantir resultados precisos.
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