O exame de apolipoproteína B100 (APO B100) é um teste laboratorial que mede a quantidade desta proteína no sangue. A apolipoproteína B100 é um componente das lipoproteínas de baixa densidade (LDL), que são referidas como “colesterol ruim”. Este exame é importante para a avaliação do risco cardiovascular, pois níveis elevados de APO B100 estão associados ao desenvolvimento de doenças cardíacas.
O exame de apolipoproteína B100 é utilizado para avaliar o risco de doenças cardiovasculares. Ele ajuda a identificar pacientes com maior probabilidade de desenvolver aterosclerose, uma condição caracterizada pelo acúmulo de placas nas artérias, que podem levar a infartos e acidentes vasculares cerebrais (AVCs). Além disso, o exame é útil no acompanhamento de pacientes com níveis alterados de LDL e no diagnóstico de condições como a abetalipoproteína.
O exame é realizado por meio da análise laboratorial de uma amostra de sangue coletada de uma veia do braço. O procedimento é rápido, simples e seguro e pode ser realizado em clínicas e laboratórios.
A necessidade do exame pode ser indicada em pacientes com:
Pessoas que apresentam sintomas como dor no peito, falta de ar ou fadiga inexplicável são aconselhadas a realizar o teste para avaliar seu risco cardiovascular.
Os valores de referência para a apolipoproteína B100 variam conforme o sexo.
É importante ressaltar que esses valores podem variar entre laboratórios e devem ser interpretados por um profissional da saúde.
Níveis elevados de apolipoproteína B100 indicam um aumento das partículas de LDL no sangue, o que leva ao acúmulo de placas de gordura nas artérias (aterosclerose). Isso aumenta o risco de problemas como:
O exame é solicitado por médicos especialistas em cardiologia e endocrinologia. Além disso, médicos clínicos também podem requisitar o teste quando o considerarem necessário para avaliação do risco cardiovascular do paciente.
A Rede D’Or é a maior rede de saúde do Brasil. Está presente nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Sergipe, Ceará, Paraná, Paraíba, Alagoas, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.
O grupo é composto atualmente por hospitais próprios, clínicas oncológicas (Oncologia D’Or), além de atuar em serviços complementares com exames clínicos e laboratoriais, bancos de sangue, diálise e ambulatórios de diversas especialidades.
Para garantir a excelência na prestação de serviços, a Rede D’Or adotou a Acreditação Hospitalar, um processo de avaliação externa para examinar a qualidade dos serviços prestados, conduzido por organizações independentes, como uma de suas principais ferramentas. Os hospitais do grupo já receberam certificações emitidas por organizações brasileiras, como a Organização Nacional de Acreditação (ONA), e internacionais, como a Joint Commission International (JCI), a Metodologia Canadense de Acreditação Hospitalar (QMENTUM IQG) e a American Society of Clinical Oncology (ASCO).
A Rede D’Or ainda oferece aos pacientes críticos o cuidado necessário no momento certo, o que leva a melhores desfechos clínicos e à alocação eficiente de recursos. Por isso, 87 UTIs do grupo receberam o certificado Top Performer 2022, oferecido pela Epimed e AMIB – Associação de Medicina Intensiva Brasileira.
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Este exame não necessita de jejum.
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